18 h era o show do Pato Fu.18 h saí de casa. Cheguei atrasada(como sempre). Mas cheguei, e isso é o que importa. A primeira música foi “ovelha negra da família”, depois disso só mais alegria... Infelizmente troquei algumas palavras com um ser humano super mal educado... Nem o Lula Molusco é mais chato que ele, pois quando trata-se de música e de sua clarineta , ele fica feliz da vida. Eu fiquei pensando: como num lugar de boa vibração, música tão boa e doce, alguém pode ter uma energia tão negativa? Mas ele foi minoria perto da alegria e das pessoas que tive contato. Pessoas que me emprestaram caneta, papéis de sua agenda, suas câmeras(mesmo não me conhecendo), conversas, nos acompanharam até ao camarim da banda, que compartilhavam de uma mesma emoção ao esperar na fila.
Quase no final do show, minha câmera voou (creio eu) na voz da Fernanda Takai, depois os seus pés sentiram o chão, e quando finalmente a encontrei, não estava funcionando: entrou em estado de graça. Fiquei bem tristinha... Mas de madrugada, depois de uma (outra) queda, ela voltou.
Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia
Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso
Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria
Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia
Obrigada, Pato Fu. Pato Fu, obrigada.
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia
Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso
Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha
E eu sentindo alegria
Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade
Melhor o nascer do dia
Obrigada, Pato Fu. Pato Fu, obrigada.

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